Bianca Bracho: Preparação para uma grande aventura -->

Preparação para uma grande aventura

Vou detalhar nas próximas postagens todo o processo para trazer o Pupi, meu grande companheiro!

Primeiro, para pensar em trazer o Pupi, procurei todas as opções possíveis. 
Meu primeiro plano era trazer o Pupi em um vôo direto, saindo de São Paulo até Buenos Aires. Seriam 2h30 e chegaríamos rápido ao nosso destino.
Conforme fui pesquisando descobri que todas as companhias aéreas tem restrições quanto ao transporte de Chow Chow.

Ao longo das minhas pesquisas, descobri que o Pupi faz parte de um grupo de animais que são considerados branquicefálicos, segue abaixo uma lista para que você tenha uma ideia de quem faz parte desse grupo:

Affenpinscher
Buldogue Americano
Cocker Spaniel Americano
Boston Terrier
Boxer
Brussels Griffon
Buldogue Inglês
Bullmastife
Cane Corso

Cavalier King Charles Spaniel
Chihuahua
Chow Chow
Dogo Argentino
Dogue de Bordeaux
Toy Spaniel Inglês
Buldogue Francês
Japanese Chin
Lhasa Apso
Mastife Napolitano
Terra Nova
Pequinês
Presa Canario
Pug
Shar-Pei
Shih Tzu
Tibetan Spaniel

Raças braquicefálicas são caracterizadas pela síndrome respiratória braquicefálica, que afeta as diferentes áreas do trato respiratório. Felizmente, a maior parte dos cães não sofre de todos os aspectos da síndrome.

Agora vamos ao planejamento da viagem com o Pupi, entrei em contato com a Tam e me informaram que eu poderia verificar com um Agente Aduaneiro. O nome dele é André e trabalha na empresa Point Cargo, quem tiver interesse passo o telefone dele e e-mails. Em conjunto com ele elaborei uma rota para levar o Pupi, ele conseguiu uma exceção com a Tam e conseguimos duas opções de voos:

- Sp - Porto Alegre
- Sp - Foz do Iguaçu

Como disse acima, os cães branquicefálicos possuem algumas restrições para viajar, e consegui somente passagens aérias até essas cidades que ficam próximas a fronteiras com outros países. 

Segundo passo, verificar a distância até o destino final.  A menor rota é SP - Porto Alegre, de Porto Alegre eu alugaria um carro e iria dirigindo até a fronteira com o Uruguai (Chuí - 570km), de Chuí esperaria um amigo que me levaria até Colônia de Sacramento e de lá pegaria um barco chamado Buquebus.

O que realmente aconteceu: Descobri que por ter a menos de um ano a minha carta, não poderia alugar um carro, precisei pensar em pessoas que pudessem me ajudar. Acabei pedindo para a Débora, minha irmã e depois de alguns dias ela me disse que me ajudaria. Comprei as passagens, avisei para o meu amigo, reservei hospedagem em um hotel em Porto Alegre que aceita cachorro, verifiquei com meu amigo lugares para passar a noite em Chuí, porque como ele tinha que viajar para me encontrar eu precisava de um lugar, então encontramos cabanas em Barra do Chui, comprei a passagem para o Buquebus. 

Comprei a caixa de transporte segundo as medidas e informações que o Agente Aduaneiro me pediu, apenas para facilitar, o cachorro precisa conseguir ficar em pé, dar uma vota na caixa e  não pode ter rodinhas...
A caixa que comprei, encontrei no mercado livre, paguei 165,00.

Além disso, verifiquei o que era necessário para o Pupi poder entrar na Argentina:

- Carteirinha de vacinação atualizada, vacina de raiva em dia.
- Atestado de saúde informando ue o cão passou por um tratamento de parasitas interno e externo, dizendo a data de aplicação ( até quinze dias antes da viagem), laboratório...
- Certificado Internacional ( todas as informações estão nesse site: http://www.agricultura.gov.br/animal/animais-de-companhia/transporte-internacional )

Continua nos próximos capítulos...

Beijos



 


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